quarta-feira, 5 de julho de 2017

Trechos de "O VENDEDOR DE SONHOS" Augusto Cury

É possível fugir dos monstros de fora, mas não dos que temos 
dentro da mente.

O objetivo fundamental dos sonhos não é o sucesso, mas nos livrar do fantasma do conformismo.

Generosidade é uma palavra que habita os dicionários, mas raramente no coração psíquico.
A generosidade é um dos maiores sonhos que devemos difundir no grande “caos social”.

Quem não é generoso consigo mesmo jamais o será com os outros. Quem cobra muito de si mesmo é um carrasco dos outros.Os egoístas vivem no calabouço das suas angústias, mas os que atuam na dor dos outros 
aliviam a própria dor.

Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles alojados em nossa mente ou no terreno social, 
nos controlam.

Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder.

Os que vendem sonhos são como o vento: você ouve a voz, mas não sabe de onde ele vem e nem para onde vai.

O ser humano morre não quando seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa 
de se sentir importante.
Se quiserem vender o sonho da solidariedade, terão de aprender a enxergar as lágrimas nunca choradas, as angústias nunca verbalizadas, os temores que nunca contraíram os músculos da face.

Somos criativos em excluir, 
mas inábeis em incluir.
Não existem pessoas imprestáveis, 
mas pessoas mal valorizadas, 
mal utilizadas, mal exploradas.
A vida extingue rapidamente no parêntese do tempo. 
Vivê-la lenta e deslumbrantemente é o grande desafio dos mortais.

Começamos a entender que, quando somos frágeis, 
aí é que nos tornamos fortes.

Só dorme bem quem aprende primeiramente a repousar dentro de si.