É possível fugir dos monstros de fora, mas não dos que temos
dentro da mente.
O objetivo fundamental dos sonhos não é o sucesso, mas nos
livrar do fantasma do conformismo.
Generosidade é uma palavra que habita os dicionários, mas
raramente no coração psíquico.
A generosidade é um dos maiores sonhos que devemos difundir
no grande “caos social”.
Quem não é generoso consigo mesmo jamais o será com os
outros. Quem cobra muito de si mesmo é um carrasco dos outros.Os egoístas vivem no calabouço das suas angústias, mas os que atuam na dor dos outros
aliviam a própria dor.
Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles
alojados em nossa mente ou no terreno social,
nos controlam.
Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder.
Os que vendem sonhos são como o vento: você ouve a voz, mas
não sabe de onde ele vem e nem para onde vai.
O ser humano morre não quando seu coração deixa de pulsar,
mas quando de alguma forma deixa
de se sentir importante.
Se quiserem vender o sonho da solidariedade, terão de
aprender a enxergar as lágrimas nunca choradas, as angústias nunca
verbalizadas, os temores que nunca contraíram os músculos da face.
Somos criativos em excluir,
mas inábeis em incluir.
Não existem pessoas imprestáveis,
mas pessoas mal
valorizadas,
mal utilizadas, mal exploradas.
A vida extingue rapidamente no parêntese do tempo.
Vivê-la
lenta e deslumbrantemente é o grande desafio dos mortais.
Começamos a entender que, quando somos frágeis,
aí é que nos
tornamos fortes.
Só dorme bem quem aprende primeiramente a repousar dentro de
si.