sábado, 8 de julho de 2017

DESAPRENDER

Desde pequenos, escutamos que devíamos estudar, tirarmos boas notas para arrumarmos um bom emprego e comprarmos uma casa própria financiada por 30 anos por um banco do governo, onde passaríamos 
o resto da vida.

Desde pequenos, assistimos muitas matérias em telejornais, entrevistando desempregados desesperados e endividados, em busca de uma oportunidade numa enorme 
fila dos excluídos. 
Isso dava um medo do futuro…

Desde pequenas, muitas meninas ouviram que homem não presta; enquanto, do outro lado, muitos meninos ouviam que mulher é tudo vagabunda. Mais do que ouvir, muitos assistiram de camarote, como num reality show, o casamento de seus pais se dilacerar, regado a um tempero de muitos gritos, agressões e desrespeito.

Crescemos. E agora, como estarmos pronto para esperar mais da vida sem ter medo dela? Como sonhar em empreender, correr mais riscos, sem o pavor de sermos um daqueles desempregados e endividados das matérias que assistimos? Como se entregar a um relacionamento de corpo e alma, sem temermos nos machucar?

Conclusão: Pra vencermos em várias áreas da vida, quase sempre precisamos DESAPRENDER muito do que temos aprendido desde quando éramos pequenos.

A vida é agora. Independentemente das injustiças que presenciamos, somos capazes de conquistar muito mais do que tentaram nos convencer que éramos desde criança. MUITO MAIS!

Gostaria muito de ter o poder de lhe fazer acreditar mais em você, mas este poder está somente em suas mãos.


Texto de JADER MENEZES
https://osegredo.com.br 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Trechos de "O VENDEDOR DE SONHOS" Augusto Cury

É possível fugir dos monstros de fora, mas não dos que temos 
dentro da mente.

O objetivo fundamental dos sonhos não é o sucesso, mas nos livrar do fantasma do conformismo.

Generosidade é uma palavra que habita os dicionários, mas raramente no coração psíquico.
A generosidade é um dos maiores sonhos que devemos difundir no grande “caos social”.

Quem não é generoso consigo mesmo jamais o será com os outros. Quem cobra muito de si mesmo é um carrasco dos outros.Os egoístas vivem no calabouço das suas angústias, mas os que atuam na dor dos outros 
aliviam a própria dor.

Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles alojados em nossa mente ou no terreno social, 
nos controlam.

Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder.

Os que vendem sonhos são como o vento: você ouve a voz, mas não sabe de onde ele vem e nem para onde vai.

O ser humano morre não quando seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa 
de se sentir importante.
Se quiserem vender o sonho da solidariedade, terão de aprender a enxergar as lágrimas nunca choradas, as angústias nunca verbalizadas, os temores que nunca contraíram os músculos da face.

Somos criativos em excluir, 
mas inábeis em incluir.
Não existem pessoas imprestáveis, 
mas pessoas mal valorizadas, 
mal utilizadas, mal exploradas.
A vida extingue rapidamente no parêntese do tempo. 
Vivê-la lenta e deslumbrantemente é o grande desafio dos mortais.

Começamos a entender que, quando somos frágeis, 
aí é que nos tornamos fortes.

Só dorme bem quem aprende primeiramente a repousar dentro de si.