PERGUNTA: - Qual é a melhor defesa contra as projeções de
fluidos maléficos gerados por todas as formas de enfeitiçamento?
RAMATÍS: - Sem dúvida, é a vigilância incessante contra toda
sorte de pensamentos pecaminosos e emoções descontroladas. Aliás, a oração,
como poderoso antídoto de química espiritual, também traça fronteiras
protetoras em torno do ser humano e decompõe os fluidos deprimentes e
ofensivos.
Os feiticeiros tudo fazem para evitar que as pessoas
enfeitiçadas sejam alertadas quanto à realidade da bruxaria. Os seus comparsas
desencarnados desviam do caminho das vítimas quaisquer esclarecimentos ou
ensejos favoráveis, que possam associar-lhes doenças, infortúnios ou
dificuldades à prática do feitiço. Daí o motivo por que se crê tão pouco na
realidade da bruxaria, pois, na maioria dos casos, os próprios enfeitiçados
ironizam tal acontecimento em sua vida. Em geral, a maioria das criaturas alega
que nunca fez mal a ninguém; e, por isso, jamais seria enfeitiçado, por não
merecer tal coisa!
Livro: Equívocos Humanos
"É inegável que o ambiente pior ou melhor é sempre um
ensejo oportuno para que se revele a índole psicológica e espiritual do homem,
mas a verticalização do espírito há de ser conseguida essencialmente sob
influência magnética do sublime Evangelho do Cristo, e não através da
verticalização da Terra ou da melhoria do ambiente físico."
Livro: Mensagens do
Astral
Deus criou a energia atômica, o homem diabolicamente fez a
bomba nuclear liquidando milhares de criaturas em poucos minutos; criou o
álcool, que limpa metais, desinfeta ferimentos, move motores, dissolve tintas,
aquece no frio e é um vasodilatador, mas o homem o usa para se perder no alcoolismo
crônico.
O Criador produz laranjas, peras, maçãs, alface, repolho e cenouras,
mas o homem despreza a dádiva divina de frutos e vegetais e, estupidamente,
constrói matadouros, charqueadas e frigoríficos, onde trucida aves e animais,
seus "irmãos menores", e depois os come assados, cozidos ou fritos,
abarrotando de restos de cadáveres o cemitério do estômago.
Sem dúvida, os
civilizados superaram os honestos silvícolas, os quais devoravam a carne crua
do adversário valente sem o requinte culpável da panela de pressão ou da
churrasqueira moderna.
Deus enfeitou as florestas com pássaros multicores, mas
o homem, para descansar do trabalho semanal, diverte-se caçando e matando as
aves no tétrico esporte da morte.
Quando o homem, munido de fuzis automáticos, com lunetas
telescópicas e sincronizados com luz infravermelha, persegue e mata os animais
desesperados em custosos "safáris", para se envaidecer em rodadas de
uísque, ele é consagrado destemido caçador; mas, se o tigre ou o leão o mata,
pelo direito recíproco de defesa, o "pobre caçador" é então vítima de
uma fera.
Livro: O Evangelho á Luz do Cosmo



